A área de atuação define o canal. Não o criativo, não o orçamento.

Gestor que não entende isso coloca criminal no Meta, gasta os primeiros R$ 600 (mínimo de referência de mercado para teste) e conclui que tráfego não funciona para advogados.

O raciocínio é direto: dor latente vai para interrupção (Meta). Intenção ativa vai para busca (Google). A consciência que o cliente tem sobre o próprio problema define onde o anúncio deve aparecer.

Trabalhista, previdenciário, BPC: o cliente não sabe que tem direito ainda. O Meta cria essa consciência.

Criminal: o cliente já está numa situação concreta e busca solução. Meta para criminal gera lead interrompido sem urgência real. O canal certo é o Google.

Isso não é teoria. É a diferença entre uma conta que converte e uma que esgota o orçamento diagnosticando o óbvio.

Salva esse carrossel pra consultar antes de qualquer conversa sobre canal com um escritório.

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